Matheus Melo, estudante brasileiro que está estudando no Rockland Community College, fala de sua experiência como estudante nos Estados Unidos

Matheus Melo, estudante brasileiro que está estudando no Rockland Community College, fala de sua experiência como estudante nos Estados Unidos

Por que você decidiu estudar nos Estados Unidos?

Eu sempre sonhei em vir para os Estado Unidos. Aqui existem excelentes oportunidades de se crescer tanto profissional quanto pessoalmente. Além disso, eu adoro inglês o que também influenciou minha decisão de vir para cá.

Por que você escolheu o Rockland Community College (RCC)?

Antes de frequentar o RCC, eu fazia um curso de preparação universitária na cidade de Tarrytown, não muito longe da minha escola atual, onde conheci Corry Spring, a coordenadora de estudantes internacionais do RCC, durante uma apresentação que ela fez sobre a faculdade. O que mais me chamou a atenção foi sua localização próxima da cidade de Nova Iorque. Achei os preços bem acessíveis em comparação com qualquer outra faculdade do estado de Nova Iorque. Além disso, eu estava muito interessado no “Programa de Honras” do RCC, o qual proporciona aos alunos uma excelente oportunidade de transferência para universidades de primeira linha.

Do que você mais gosta na faculdade?

Gosto da atenção e da dedicação que recebo de cada pessoa que trabalha na faculdade e como eles estão sempre dispostos a nos ajudar. Além disso, o RCC me dá muitas oportunidades de melhorar minhas habilidades, as quais serão úteis para o resto da minha vida.

Do que você tem mais saudade?

Da minha família, amigos e do clima quente do Rio.

O que mais te surpreendeu em relação à vida nos Estados Unidos?

Por ter vindo de um país em desenvolvimento, fiquei surpreso com a qualidade dos serviços nos Estados Unidos. No Brasil, você teria que ser da classe média, ou até mesmo rico para desfrutar dos mesmos serviços e consumir os mesmos produtos que uma pessoa de classe média ou pobre dos Estados Unidos consome. Fiquei surpreso também com o fato de que para estudar Direito nos EUA, você precisa antes de ter um grau de bacharel, o que é diferente do Brasil onde é possível entrar direto no curso após concluir o ensino médio.

Como você administrou as diferenças no idioma?

No início, tive dificuldades na adaptação com o idioma, principalmente em relação à parte escrita. Achei diferente do Brasil onde uma boa escrita significa textos longos, linguagem indireta e palavras complicadas.  Aprendi na marra a manter minha escrita curta e direta em inglês.

E como manejou as suas finanças?

Os problemas financeiros são os meus maiores desafios. Devido às flutuações do câmbio e porque tive problemas financeiros, eu dependo de bolsas de estudo para continuar estudando aqui. Tenho duas bolsas  e trabalho na escola, o que não é apenas uma grande oportunidade de adquirir experiência, mas também permite que eu custeie minhas próprias despesas.

Quais são suas atividades?

Sou o secretário do “Student Activities Board” (S.A.B).  O S.A.B é o clube responsável pelo planejamento e execução de vários eventos educativos e recreativos dentro e fora do câmpus universitário. Sou membro do “President’s Emerging Leaders Program”, um programa criado para equipar os alunos com importantes habilidades de liderança e comunicação. Faço trabalhos voluntários e ajudo no escritório de admissões e outras atividades mais.

Foi fácil de fazer amizades nos Estados Unidos?

Fiz várias amizades durante esses dois anos que tenho morado aqui.  Foi mais difícil de me relacionar com estudantes americanos do que com outros estudantes internacionais. Consequentemente, a maioria dos meus amigos vieram de outros países.

Quais são suas metas profissionais? A sua educação nos Estados Unidos será importante para atingir essas metas e para a necessidades do seu país?

Pretendo obter meu grau de bacharel em administração de empresas, fazer o curso de direito, me tornar um advogado empresarial e futuramente abrir minha própria empresa para ajudar as pessoas necessitadas do meu país. A oportunidade de estudar nos Estados Unidos me dá um conjunto de habilidades exclusivas e as credenciais que serão fundamentais para poder competir não apenas no mercado de trabalho americano, mas também no brasileiro.

Que conselhos você daria a outros estudantes brasileiros que queiram estudar nos EUA?

Quando você começa sua jornada na educação superior nos Estados Unidos, você encontra vários desafios, como aconteceu comigo. A coisa mais importante que você deve fazer para superá-los é acreditar em si mesmo e não deixar que outros decidam o seu futuro. Um outro conselho: seja participativo!  Se inscreva para participar de clubes e organizações na faculdade. Assim, você não apenas ganhará uma experiência valiosa, mas irá criar também sua rede de contatos que você tanto precisa para se dar bem. Ninguém faz tudo sozinho e a vida é sua jornada e as pessoas que você encontra pelo caminho.

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