Raphael Lucas Vidotti: aluno do Centro Universitário da FEI, está no último ano de Engenharia Civil da Rutgers, a Universidade Estadual de Nova Jérsei

Raphael Lucas Vidotti: aluno do Centro Universitário da FEI, está no último ano de Engenharia Civil da Rutgers, a Universidade Estadual de Nova Jérsei

Entrevista:

Conheça Alunos do Programa Brasileiro de Mobilidade Científica

Através do Programa Brasileiro de Mobilidade Científica, milhares dos estudantes brasileiros mais brilhantes nos campos da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês) têm a oportunidade de estudar em algumas das melhores universidades do mundo. Os recipientes das bolsas passam um ano de estudo no exterior mas concluem seus cursos nas instituições brasileiras. Os Estados Unidos atualmente estão recebendo aproximadamente 2.000 alunos do Programa Brasileiro de Mobilidade Científica.

Raphael Lucas Vidotti, aluno do Centro Universitário da FEI, está no último ano de Engenharia Civil da Rutgers, a Universidade Estadual de Nova Jérsei.

Por que você decidiu candidatar-se ao Programa Brasileiro de Mobilidade Científica para vir aos EUA?

Era uma oportunidade única para estudar em uma das melhores universidades do mundo. Teria a oportunidade de manter um contato próximo com sistemas educativos concorrentes muito relacionados com a tecnologia e inovação. As habilidades profissionais que poderia adquirir e desenvolver enquanto estudasse fora com certeza seriam de grande importância para o avanço tecnológico no meu país.

O Programa Brasileiro de Mobilidade Científica coloca estudantes em universidades. Em que universidade você foi colocada?

Sou o melhor estudante de Engenharia Civil na minha universidade no Brasil e, quando estava no evento para receber um dos meus certificados por mérito acadêmico, o presidente da FEI me disse que eu teria grandes chances de me sair bem no programa.

O Institute of International Education — instituição parceira do Programa Brasileiro de Mobilidade Científica nos EUA — escolheu a Rutgers. Eu adorei. Estudaria em uma universidade excelente e respeitada, e em um lugar legal, a meia hora de Nova York.

O que é que você mais gosta?

Gosto do estilo americano de ensino. Aqui as aulas parecem palestras e a maioria dos professores colocam as apresentações e outros recursos on-line, deixando o aluno livre para prestar toda a atenção nas aulas e para fazer perguntas.

Qual foi sua maior surpresa?

Não tive grandes surpresas em relação à vida e educação nos EUA, sou fã do cinema americano e conheço algumas pessoas que viveram e estudaram nos EUA.

... sua maior decepção?

O sistema de saúde é muito caro.

Qual é a relevância dos seus estudos nos EUA e do Programa Brasileiro de Mobilidade Científica para as suas metas pessoais e para as necessidades do seu país?

Tenho uma meta bem definida de tornar-me um executivo de sucesso em até 20 anos. Minha educação nos EUA e o programa Programa Brasileiro de Mobilidade Científica estão me ajudando a definir que área da Engenharia Civil eu mais gosto. Depois disso, farei cursos de especialização em tal área e, depois de adquirir alguma experiência de trabalho, planejo fazer um MBA. Então, como homem de negócios, espero ter muitas oportunidades para promover o desenvolvimento do meu país.

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