Sandra Marque Reis, estudante brasileira, está fazendo curso de inglês no TIEP – Texas Intensive English Program, em Austin, Texas

Sandra Marque Reis, estudante brasileira, está fazendo curso de inglês no TIEP – Texas Intensive English Program, em Austin, Texas

Entrevista:

Sandra Marque Reis, estudante brasileira, está fazendo curso de inglês no TIEP – Texas Intensive English Program, em Austin, Texas.

1. Por que você resolveu estudar nos Estados Unidos?

Já não é novidade o quanto a língua inglesa é importante para a carreira e para a vida. Eu acredito que a melhor forma de aprender uma nova língua é vivenciá-la no país onde ela é falada, e os Estados Unidos oferecem muitas opções para isso. Posteriormente, também quero fazer um curso em uma universidade e, para aprimorar meu inglês, decidi primeiro fazer o curso de língua inglesa.

2. Por que você escolheu este curso de inglês? O que a atraiu para esta escola?

Eu escolhi a TIEP pela reputação de bons professores e cursos intensivos de inglês onde você assiste aulas todos os dias de manhã, e mantém-se ocupado durante todo o dia com as liçoes como leituras e materiais em áudio e video. A cidade de Austin também atrai por ter clima menos frio que outras cidades do norte do país.

3. Do que você mais gosta da sua escola?

Os professores, os funcionários e o ambiente da escola são acolhedores.

4. Do que você tem mais saudade?

Sinto falta da minha família, dos meus amigos e das comidas brasileiras.

5. Há quanto tempo estuda nos Estados Unidos? O seu inglês melhorou? Você acha que este curso vai lhe ajudar nos seus estudos em um universidade dos EUA?

Estou estudando inglês desd março de 2014. Acredito que meu inglês tem melhorado muito em todos os aspectos. O dia a dia faz com que o vocabulário amplie naturalmente à medida em que interagimos com as pessoas, com os professores e com os colegas de classe. A escola fornece o caminho para se desenvolver em todas as áreas: na escrita, na leitura, na habilidade de ouvir e na ampliação do vocabulário. Acredito que esse curso vai me ajudar muito nos meus estudos na universidade.

6. O que mais a surpreendeu em relação à vida e educação nos Estados Unidos?

Eu sinto que a educação é voltada para que o estudante seja auto-suficiente em sua vida acadêmica e até em sua vida pessoal. Eu me surpreendi com envolvimento das pessoas para o bem da comunidade, como os diversos trabalhos voluntários, atividades culturais gratuitas e os grupos de estudos que visam contribuir com o crescimento alheio.

7. Qual foi sua maior decepção?

Eu não tive nenhuma decepção a não ser o excesso de pimenta nas comidas texanas. (risos)

8. Como você administra: ... as diferenças no idioma?

Quando eu cheguei, sentia dificuldade na comunicação tanto para entender quanto para falar alguma palavra que eu nao sabia em inglês. Meu smartphone sempre foi o meu fiel companheiro para ajudar a procurar alguma palavra ou expressão. Hoje em dia já me sinto bem mais confortável tanto para falar como para ouvir. Tambem acho que os brasileiros têm certa vantagem no aprendizado pois além de termos o mesmo alfabeto, muitas palavras possuem a mesma escrita com pronúncia diferente ou possuem alguma semelhança que facilita o entendimento.

9. ... as finanças?

Eu acredito que um bom planejamento ajuda o estudante a não ter dificuldades financeiras. É preciso considerar todos os gastos além do pagamento do curso, como hospedagem, transporte, alimentação e claro, os passeios e as irresistíveis compras.

10. ... sua adaptação ao sistema educacional americano?

O que eu senti de diferença foi a grande quantidade de lições de casa, o que faz com que além do período que se está na escola, o estudante continue por ao menos umas três horas por dia envolvido com as atividades da escola. 11. Quais são suas atividades?

A escola oferece diversas atividades e também indica outras oportunidades. Já participei de trabalho voluntário em uma loja de produtos artesanais e também participei de grupos de estudo como o Toastmasters.

12. Foi fácil ou difícil fazer amigos nos Estados Unidos?

No próprio ambiente da escola é mais fácil fazer amigos, principalmente de nacionalidades diferentes pois as pessoas também tem curiosidade de conhecer pessoas de outros países. Fora da escola as pessoas também são sempre solícitas, e acho que cabe ao estudante buscar oportunidades para conhecer pessoas, seja em bares, parques, bibliotecas etc.

13. Quais são suas metas profissionais ? A sua educação nos Estados Unidos será importante para atingir essas metas e para as necessidades de seu país?

Minhas metas são continuar trabalhando com administração e marketing. Eu acredito que os conhecimentos adquiridos aqui me trarão oportunidades. O Mercado de trabalho está cada vez mais globalizado e acredito que essa experiencia me trará um conhecimento do mercado internacional.

14. O que você aconselharia a outros estudantes do seu país que estejam pretendendo estudar nos EUA?

Eu aconselho a jamais terem receio em começar. Estudar fora do país traz uma nova visão de mundo que só pode ser conhecida quando vivida. Durante esse período o ideal é aproveitar todas as oportunidades para aprender, seja conversando com nativos, lendo jornais diariamente, escutando música, assistindo seriados e filmes, passeando pela cidade ou até mesmo indo ao supermercado e ler os rótulos dos produtos. O aprendizado estará sempre ao alcance de quem se esforça para aprender.

 

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